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CENABIO recebe deputado Celso Pansera

Parlamentar visitou laboratórios do centro e debateu a importância da pesquisa científica para a sociedade

O deputado federal Celso Pansera, membro da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), visitou nesta sexta-feira, 2 de março, o Centro de Biologia Estrutural e Bioimagem (CENABIO), localizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A visita faz parte do esforço da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE) de aproximar o Congresso Nacional da comunidade científica, com vistas à criação de um grupo de apoio à pesquisa em biologia experimental.

Pansera foi recebido pelo diretor do CENABIO, professor Adalberto Vieyra, o coordenador do Instituto Nacional de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB) e diretor científico da FAPERJ, Jerson Lima da Silva, o diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde do CNPq, Marcelo Morales, e a decana do Centro de Ciências da Saúde da UFRJ (CCS/UFRJ), Maria Fernanda Quintela. Também estiveram presentes os pesquisadores e integrantes do Comitê Gestor do CENABIO, professores Kildare Miranda e Marcius da Silva Almeida.

A visita

Durante a manhã, o parlamentar conversou com pesquisadores de CENABIO sobre os estudos conduzidos pelo centro e a relevância dos mesmos para a sociedade - como as pesquisas sobre o vírus da zika e a relação com a microcefalia. Pansera também conheceu os laboratórios que integram o CENABIO e permitem o desenvolvimento de pesquisas em biologia estrutural, desde o nível molecular até o imageamento de pequenos animais.

Prof. Marcius da Silva Almeida apresenta o Centro Nacional de Ressonância Magnética Nuclear Jiri Jonas (CNRMN)

Ciência e sociedade

Pansera participou ainda de uma conversa sobre a importância do diálogo entre a comunidade científica e a sociedade como forma de tornar conhecidos os impactos dos resultados dos estudos na vida da população e angariar apoio às atividades de pesquisa no país. Para o deputado, é necessário que esse reconhecimento alcance as instâncias superiores. “As lideranças precisam entender a importância da ciência para o Brasil, principalmente as [lideranças] políticas”, defendeu.

O coordenador do INBEB, Jerson Lima da Silva, lembrou que parte dos benefícios que a pesquisa científica traz para a sociedade é intangível. “A participação do Brasil nos estudos do vírus da zika é um caso de sucesso. Não fosse a comunidade científica brasileira agir rápido para se articular e mostrar a relação entre o vírus e a microcefalia, as descobertas poderiam ter atrasado de seis a sete meses”, argumentou. Na mesma linha, o representante do CNPq ressaltou que o dinheiro aplicado na ciência é investimento, e não custo. “Quanto deixamos de gastar ao controlar rapidamente essa epidemia [de zika]?”, provocou Morales. Já o diretor do CENABIO, professor Adalberto Vieyra, destacou as iniciativas do centro de pesquisa e do INBEB em extensão e divulgação científica, como a oferta de cursos de férias e as parcerias com escolas públicas do estado do Rio de Janeiro.

Por Luana Rocha (AsCom INBEB)
Publicado em 03/03/2018

 
     
     
   
     
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